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27Mar
empréstimo é a melhor opção para centrais de rastreamento no coronavírus

Coronavírus: quando empréstimo para centrais é a melhor saída

A pandemia do novo coronavírus trouxe muitos impactos para a sociedade mundial. No Brasil, onde o números de casos e mortes crescem a cada dia, os governos estaduais foram rigorosos em medidas de segurança e quarentena para diminuir ao máximo o efeito da COVID-19 no sistema público de saúde.

Dentre as medidas de quarentena, empresas fecharam as portas e estão operando por meio digital, evitando formas de propagar o contágio do vírus. Porém, com mais pessoas em casa e por tempo indeterminado, alguns negócios passarão dificuldades. Por isso, vamos listar neste artigo algumas opções de empréstimos que as centrais de rastreamento possam vir a necessitar.

Programa de financiamento do Governo Federal

Empresário com dinheiro coronavírus

O Governo Federal anunciou uma medida para financiar os salários de funcionários de pequenas e médias empresas por dois meses.

O programa disponibilizará uma linha de crédito exclusiva para o financiamento de folhas de pagamento de empresas que possuem um faturamento entre R$ 360 mil e R$ 10 milhões.

Os empresários terão seis meses de carência para começar a pagar o financiamento. As empresas fecharão contratos com os bancos, mas o dinheiro será creditado diretamente nas contas dos funcionários.

Suspensão de cobrança de empréstimos

Além do programa do governo, que será uma parceria entre o Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), o Banco Central, o Ministério da Economia e a Federação Brasileira de Bancos (Febraban), o BNDES já havia anunciado a suspensão de cobrança de empréstimos por seis meses em razão do coronavírus.

Serão atendidos com esta ação setores como Petróleo e Gás, Aeroportos, Portos, Energia, Transporte, Mobilidade Urbana, Saúde, Indústria e Comércio e Serviços, num total de R$ 30 bilhões, sendo R$ 19 bilhões para as operações diretas e R$ 11 bilhões para indiretas.

Empréstimos são a solução durante pandemia do coronavírus

Desde então, os bancos colocaram em prática novas regras para clientes que estão com dinheiro curto. Veja, a seguir.

Banco do Brasil

O Banco do Brasil começou a liberar as operações de crédito para garantir a liquidez financeira das micro e pequenas empresas nesse período de pandemia do coronavírus. Esses clientes poderão prorrogar as próximas duas parcelas a vencer, que serão migradas para o final do cronograma de pagamento de suas dívidas. Além da prorrogação das parcelas, a incidência dos juros será diluída ao longo de todo o cronograma de pagamentos.

Além disso, o banco colocou a mais R$ 48 bilhões para empresas que precisam de dinheiro nas linhas de capital de giro, investimentos e antecipação de recebíveis. Vale para novos empréstimos e rolagem de dívidas que estão vencendo. O banco também disse que tem R$ 25 bilhões para o agronegócio e R$ 3 bilhões para administrações públicas municipais e estaduais.

Santander

Já o Banco Santander realizará uma série de medidas para ajudar os empreendedores brasileiros durante a crise causada pela pandemia de coronavírus.

As empresas que precisarem contratar linhas de capital de giro com o banco terão três meses de carência para pagar a primeira parcela.

Já os Microempreendedores Individuais (MEI) poderão ser isentados da cobrança de tarifa do pacote de serviços, realizando TEDs e DOCs gratuitamente por até dois meses. O valor da taxa poderá ser utilizado como crédito para pagamento de contas de energia, água e telefonia em débito automático e DDA.

Caixa Econômica Federal

A Caixa Econômica Federal anunciou um pacote de medidas:

  • para micro e pequenas empresas, a redução de juros será de até 45% nas linhas de capital de giro, com taxas a partir de 0,57% ao mês. Carência de até 60 dias nas operações parceladas de capital de giro e renegociação;
  • linhas de crédito especiais, com até seis meses de carência, para empresas que atuam nos setores de comércio e prestação de serviços;
  • linhas de crédito para aquisição de máquinas e equipamentos com até 60 meses para pagamento.

Itaú/Unibanco

Para o Itaú/Unibanco, vencimentos de empréstimo para capital de giro podem ser adiados por até 60 dias. Para isso, a empresa precisa assinar o Itaú Crédito Sob Medida, que permite a alteração da data original. Quem já tem o Itaú Crédito Sob Medida contratado pode renegociar o vencimento da próxima parcela, adiando por até 60 dias depois da data originalmente acordada.

Bradesco

Já o Banco Bradesco, atenderá a pedidos de prorrogação, por 60 dias, do vencimento de dívidas de pessoas físicas e micro e pequenas empresas.

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